Nenhuma cidade marroquina recebe tanta gente quanto Marrakech, e para quem vem do Brasil a viagem quase sempre começa aqui. A Royal Air Maroc liga São Paulo a Casablanca sem escala, e de lá é pouco mais de meia hora de voo ou três horas de estrada até Marrakech.
Uma boa notícia antes de tudo: brasileiro não precisa de visto para o Marrocos, apenas de passaporte válido, e a estada de turismo vai até noventa dias. O que costuma pegar de surpresa é a cidade em si.
A medina é uma malha fechada de becos onde carro nenhum entra, o anel viário trava nos horários de pico, e vaga perto da praça Jemaa el-Fna se negocia com um guardador informal, não em parquímetro. E há a serra: o Tizi n'Tichka chega a 2.260 metros, mais alto que qualquer ponto da Serra do Mar, com trinta quilômetros de curvas que ninguém quer aprender no primeiro dia. Toda reserva é particular, o valor é fechado antes da viagem e cobre combustível, pedágio e motorista.
Porquê um motorista aqui
- Nenhum veículo entra na medina - o motorista para no portão
- O Tizi n'Tichka chega a 2.260 m, acima de qualquer ponto da Serra do Mar
- Nenhum GPS acha endereço de riad - nossos motoristas conhecem os derbs
- Nas rotatórias ao redor das muralhas, quem manda é o olhar, não a seta
- Os trechos para Agadir e Casablanca têm radar em quantidade
Incluído em cada reserva
- Combustível, pedágios e o cachê do motorista no roteiro combinado
- Recepção no aeroporto, no riad, no hotel ou na estação de trem
- Motoristas que falam inglês e francês; espanhol sob consulta
- Água gelada e tomadas para carregar aparelhos no veículo
- Cadeirinha e espaço extra de bagagem sem custo adicional